Crítica | Vingadores : Guerra Infinita

Comemorando brilhantemente os 10 anos do Universo Cinematográfico da Marvel, Vingadores: Guerra Infinita  estreou nos cinemas brasileiros à 00h01 de hoje, 26 de abril.  Muitos cinemas promoveram até maratonas para refrescar a memória ou simplesmente para amenizar a ansiedade, com a passagem dos antecessores da saga Vingadores.   Sem dúvidas, Guerra Infinita é o filme mais esperado do ano.

Depois de, por anos, construir as características dos heróis – 10 anos e 18 filmes lançados, novamente os irmãos Anthony e Joy Russo, que estão a frente da produção,  entregam uma obra que está totalmente adaptada às exigências e ao formato do cinema, mas com inúmeras referências ao quadrinhos.  O grande centro da produção é Thanos e se ao longo dos últimos anos  foi possível conhecer cada herói da Iniciativa Vingadores e suas respectivas personalidades e até pontos fracos, em Guerra Infinita é possível conhecer os motivos que levaram Thanos a desejar as jóias e a origem do seu plano de dizimar planetas.

A Marvel se mostrou extremamente apta em conseguir desenvolver seus personagens – para o bem e para o mal.  Loki, que iniciou como vilão, com o tempo conquistou a empatia do público. Na mesma linha, está Killmonger de Pantera Negra, que apesar de toda vilania, teve um excelente desenvolvimento de personalidade e humanidade – quem sabe até se atrever a dizer que durante alguns momentos daquele longa,  o vilão impactou muito mais o público que o próprio T’Challa.   A receita se repete. Thanos, que até então não tinha identidade formada, provou em Guerra Infinita ter um coração e uma razão ( para toda sua loucura) em querer destruir a terra.

Escuridão se aproxima – Thanos é o centro da produção e para isso, a produção não poderia manter o tom cômico que já é assinatura da Marvel.  Como dito, esse é o décimo nono filme e torna claro ( para quem ainda não conseguia enxergar) que Guerra Infinita já estava sendo construída a cada filme. Prova disso, são os flashs que aparecem ao longo da produção mostrando que sempre foi dado pistas do paradeiro da Jóia da Alma.  Caso não tenho tempo de maratonar todos os filmes, a dica é rever pelo menos Capitão América: Guerra Civil, Doutor Estranho, Pantera Negra e Thor: Ragnarok.    Claro que com a diversidade de personagens que são incluídos,  o roteiro não perde por completo o senso cômico, que é dado sobre tudo pela participação genial e autêntica  de Tom Holland como Homem Aranha e do já conhecido núcleo dos Guardiões da Galáxia.

 

 

 

 

Post Author: Vanessa Luckaschek

Formada em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi, faz aniversário em Setembro e sempre está lendo alguma coisa. É fã de cinema, games, tecnologia e esportes. Gosta de escrever e sempre está em busca de pautas legais para uma próxima matéria. É editora no Caderno Nerd e responsável pela criação do site.

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