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Vai mochilar? Usar app para trocar dinheiro pode proporcionar grande economia

Mochilar tem muitas vantagens e quem é mochileiro sabe disso. Dá para conhecer muitos lugares gastando menos, conhecer muita gente legal do mundo inteiro, e ainda fazer muitos passeios com a economia realizada, afinal, costuma ser muito mais barato do que ficar em hotel. Mas e se além da economia com hospedagem, fosse possível economizar na troca de moeda nas viagens internacionais ou, ainda, vender aquelas peças de ouro e prata que a gente não usa para ganhar um dim dim extra?

Existe no mercado um aplicativo gratuito chamado GoMoney que permite exatamente isso: reunir pessoas interessadas em trocar moeda de forma econômica e sem burocracia. Se você estiver do outro lado do mundo e quiser comprar moeda de alguém, é só acioná-lo. E aqui no Brasil, também pode aproveitar para vender reais para alguns gringos por exemplo. O Caderno Nerd conversou com o pessoal da GoMoney para que eles respondessem quatro perguntas essenciais no uso do app. Quer testar? O app está disponível para aparelhos Android na Google Store desde o fim do ano passado e também pode ser instalado em iPhones, através do formato Webapp.

1. Como funciona o GoMoney? Qualquer um pode baixar?
Por ser inspirado no AirBNB, a ideia para o GoMoney foi criar uma alternativa mais democrática e acessível no mercado de câmbio, que pode ser acessada via Web (através de desktop ou celular) e também como aplicativo.
O objetivo é garantir que o usuário tenha acesso gratuito ao app em todo o processo de sua utilização, o que vai de encontro ao foco do GoMoney, que é fornecer uma experiência isenta de cobrança.

2. E a segurança? Como o usuário pode se prevenir de fraudes, roubo, etc. durante a viagem?
Um diferencial fundamental é o GoMoney não geolocalizar de forma precisa quem está oferecendo a moeda para vender. O interessado vê um raio de localização no qual a pessoa se encontra e os dois, via chat, marcam um encontro, de preferência em local público, para realizar a transação. O aplicativo também conta com um sistema de avaliação entre usuários que classificam em um ranking os melhores contatos com quem fizeram negócio, um pouco como acontece no Mercado Livre.
Outro ponto é o fato de o GoMoney cruzar os contatos do Facebook do usuário para ele ter uma noção da procedência e saber se a pessoa é razoavelmente confiável, característica do Tinder e de outros apps de encontros. “Também damos dicas de segurança no site, no app e na Fan Page”, ressalta o CEO, Maurício Pires.

3. Qual a diferença entre usar o GoMoney e casas de câmbio convencionais?
Basicamente, a possibilidade de encontrar o melhor valor de troca sem gastos adicionais com taxas. Os usuários combinam entre si, no espaço reservado para o bate-papo, os valores pelos quais vão comprar e vender suas moedas. O aplicativo oferece uma tabela com as cotações de cada divisa para ser utilizada como base, mas o preço final é sempre decidido na hora da negociação. Essa autonomia, explica Maurício, permite que as pessoas encontrem sempre o melhor valor pela moeda e possam economizar de forma significativa, comparando com o que conseguiriam se fossem a um operador do mercado.

4. Por que o GoMoney pode ser mais vantagem para um mochileiro, por exemplo?
Primeiro porque, para usar, o serviço é todo gratuito, o que já ajuda ao mochileiro, que geralmente viaja com um orçamento mais justo, a economizar nisso também. Além disso,  ao não gastar com as taxas, sobra verba para fazer outras coisas durante a viagem. Com o dinheiro que você economiza com o GoMoney, você pode pagar para saltar de um prédio em Las Vegas, por exemplo, e ter uma experiência que vai impactar positivamente a sua vida. O serviço também está disponível para o mundo todo, portanto é possível encontrar pessoas dispostas a fazer a negociação em qualquer lugar onde ele decida ir.

Formada em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi, faz aniversário em Setembro e sempre está lendo alguma coisa. É fã de cinema, games, tecnologia e esportes. Gosta de escrever e sempre está em busca de pautas legais para uma próxima matéria. É editora no Caderno Nerd e responsável pela criação do site.