BGS 2019 | MTG Arena se prepara para lançar novo formato

A Brasil Game Show mal acabou, mas já deixa saudades. Aproveitando o evento, conferimos o estande de Magic: The Gathering, que além de ter um espacinho especial para proporcionar...

A Brasil Game Show mal acabou, mas já deixa saudades. Aproveitando o evento, conferimos o estande de Magic: The Gathering, que além de ter um espacinho especial para proporcionar aos visitantes um primeiro contato ou retomada à jogatina do jogo em modo físico, repete como grande foco a versão online do jogo, que completou no mês passado seu primeiro ano. Quem aguardou alguns minutos para jogar no estande, teve a oportunidade de regatar um pacote de card especial para a versão online ao jogar o Arena ou levar para casa um starter pack para se divertir com amigos, ao jogar a versão em cards físicos. Durante a visita, tivemos a oportunidade de saber mais detalhes do que esperar para MTG: Arena, conversando com Carolina Moraes, coordenadora de comunidade de Magic da Wizards of the Coast Brasil. Confira nossa entrevista!

CadernoNerd: Teve o lançamento de Gathering Arena no ano passado e percebemos um grande crescimento também quanto a novidades que o jogo sempre vem trazendo. Como foi ver essa reação do público brasileiro e como está sendo a interação com o jogo? 

Carolina: Olha, a galera aqui no Brasil simplesmente adorou. Era tudo que o pessoal queria, jogar Magic The Gathering no conforto de casa, por mais que a comunidade adore ir para loja, não somente loja, jogador da mesa da cozinha, que é o jogador que a gente tem um carinho muito especial, mas ver uma versão digital do jogo é muito confortável, principalmente para o jogador que não tem idade para ir para uma loja, por exemplo, uma criança,  é acessível para eles ou para uma mãe de família.  uma pessoa que casou, teve filho ou foi para a faculdade, ela não tem mais esse tempo livre, a oportunidade de poder jogar em casa é muito melhor, fora que o jogo é multiplayer.

CadernoNerd: Se tratando de E-Sports, podemos esperar algo novo?

Carolina : Opa! (risos) O jogo foi feito para isso. Todo o desenvolvimento do Magic The Gathering, desde o seu planejamento, para liberar o beta, até agora no seu lançamento oficial, ele foi minuciosamente planejado e criado para ser um e-sport, para ser a forma mais prazerosa e divertida de entrenimento, para você assistir Magic The Gathering, e não só jogar.  Ano que vem a gente continua com a premiação de U$10 milhões de dólares em torno de nossos eventos, mas a gente introduz uma nova etapa   de classificação. No ano passado,  melhor,  neste ano, em 2019,  a gente produziu no mundo a  Magic Pro League, que é a elite dos melhores jogadores de Magic do mundo. Hoje, não há um caminho traçado de como chegar lá no topo,  que é um convite especial. Você é uma pessoa tão incrível no jogo que recebe um convite para estar dentro. A partir do ano que vem isso mudou e o negócio começa a ficar um pouco mais competitivo e acirrado. A gente criou a Raicons League. Então os jogadores da Magic Pro League que não tendo uma boa performance em eventos, eles caem para a Raicons League e disputam com a galera que jogou Meet Championship ou a galera que jogou e foi bem no MTG Arena para poder desafiar, uma espécie de circuito para desafiantes, que poderão desafiar tanto pessoas da Magic Pro League como entre eles e os quatro melhores colocados são promovidos à Magic Pro League. 

CadernoNerd: Ainda em e-sports, vocês pensam em algum tipo de categoria universitária, para quem está começando como proplayer e não se encaixa ainda em uma das ligas?

Carolina: Isso é uma coisa muito legal, mas hoje a gente não pensa no Magic The Gathering com divisões. Ele é para todos. Não importa se você tem 13 anos, que é a sugestão de idade mínima do jogo ou se você tem 90.  A gente não divide nem por gênero, não tem uma liga feminina, aqui está todo mundo competindo igualmente. O Magic não trabalha com divisão nem etária, nem uma etapa universitária, mas quem sabe no futuro se a gente perceber que a comunidade demanda isso, se a comunidade clamar com algo do tipo a gente pode atender,  mas hoje não. Hoje o Magic é da galera, todo mundo joga e todos são bem vindos.

CadernoNerd: Do ano passado para cá, teve muitas atualizações. Está previsto alguma novidade.

 Carolina: Temos sim. Ainda em outubro teremos a Friend List no  MTG Arena, que é uma das coisas que a comunidade mais pede. A gente vai ter também o formato de Brawl, é uma novidade e um formato super legal . Ele é como um formato construído; São 60 cards, mas ao invés de você ter até quatro cópias de cada card, só é possível ter uma cópia de cada, exceto terrenos básicos que são a vontade e, uma dessas cópias necessariamente precisa ser o seu general,  que é um dos cards mais legais do jogo ou uma criatura lendária. Na hora de montar o seu deck, ele tem que ser construído ao redor desse general. Então ele tem que ser com as mesmas cores do general, com a mesma sinergia do general. É um formato super legal, muito divertido. Ele é mais casual, mas ele foi muito aclamado pela comunidade e por isso corremos para conseguir terminar.

CadernoNerd: Vocês possuem dados sobre qual é o tamanho da comunidade atual no MTG Arena? 

Carolina Moraes: Estimativa tem, mas esse é um dado que a gente não pode passar , a quantidade de pessoas que estão jogando agora não é público, mas já é público que durante o beta o MTG Arena teve mais de 1 bilhão de games jogados. A gente cresceu bem exponencialmente no game. A cada nova coleção, há novos jogadores e a galera que tinha parado de jogar Magic voltou apenas por causa do MTG Arena. Foi um sucesso louco. Só de 2018 para 2019, a gente quase dobrou a quantidade de visualizações em broadcast e live streaming.

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