Pinheiros e Vila Madalena recebem intervenções em homenagem ao Dia da Consciência Negra

A programação inclui exibição de documentário, fotos e grafites Nesta sexta e sábado, 20 e 21 de novembro, os bairros de Pinheiros e Vila Mariana receberão ações em homenagem...

A programação inclui exibição de documentário, fotos e grafites

Nesta sexta e sábado, 20 e 21 de novembro, os bairros de Pinheiros e Vila Mariana receberão ações em homenagem ao Dia da Consciência Negra- indo desde exposições de fotos, exibições de documentários e intervenções com grafite, explorando arte de rua e questões sociais.

O primeiro ponto é no Fenda Bar (Rua Capote Valente, 313, Pinheiros, São Paulo, SP), com a segunda edição do Colabore Artivismo, que irá reunir trabalhos inspirados nos desafios enfrentados pelos no Brasil e no mundo. Já no sábado, acontece o Rysco Rodriguez Convida, projeto encabeçado pelo arquiteto e poeta, Rysco Rodriguez e outros 25 artistas independentes. Rodriguez possui como característica levar os conhecimento de arquiteto para sua obras, oferecendo intervenções que dialoguem com a cena urbana. O evento acontece  na Galeria Alma da Rua (R. Gonçalo Afonso, 96 – o famoso “Beco do Batman”, na Vila Madalena). Os artistas farão, ao vivo, uma performance em grafite/pixo com grande impacto visual e uma mensagem de cunho antirracista. Também será exibido o documentário Eu não consigo respirar!, dirigido pelo multiartista Toni Baptiste, com a participação especial da Eh_humano e Andre Machado e imagens de Lucan Piai, da KLAN011.

Do que trata o vídeo “Eu não consigo respirar”? – O minidocumentário é parte de um projeto mais amplo, que leva o mesmo nome: Eu não consigo respirar! Concebido por Rysco Rodrigues, o projeto inclui um grafite gigantesco, na lateral do Hotel Urbis, em São Paulo. “Eu não consigo respirar”, grita o concreto, com a tipologia característica de Rysco grafada em preto, vermelho e branco. O objetivo da ação é denunciar o racismo cotidiano e manter viva a memória de George Floyd, vitimado em maio deste ano pela ação truculenta de policiais de Minneapolis (EUA). No vídeo filmado por testemunhas, é possível ouvir quando Floyd, imobilizado no chão, diz: “eu não consigo respirar”. Mas o policial que o segura continua pressionando um dos joelhos contra o pescoço da vítima, até que Floyd perde os sentidos. Levado por uma ambulância pouco tempo depois, Floyd chega sem vida ao hospital. Sua morte foi o estopim de uma onda de protestos que há meses varre os Estados Unidos sob um único lema: “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam).

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