Crítica | Meu Amor por Grace

O eterno clichê do amor proibido… Assim é o filme Meu Amor por Grace, uma produção que promete críticas sociais, protagonistas fortes e um final feliz, mas entrega pouco...

O eterno clichê do amor proibido… Assim é o filme Meu Amor por Grace, uma produção que promete críticas sociais, protagonistas fortes e um final feliz, mas entrega pouco mais que um “e viveram felizes para sempre”.

O filme Meu Amor Por Grace pode ser dividido em duas partes: a primeira mostra a construção dos personagens principais. De um lado, Doc (Matt Dillon), um médico vindo do continente que se adapta às precárias condições do vilarejo no arquipélago havaiano para onde é levado a fim de proporcionar o melhor tratamento possível aos trabalhadores locais, e Jo (Ryan Potter), um órfão visto com maus olhos tanto nativos e invisível para os mais abastados. Do outro lado, temos Grace (Olivia Ritchie) e seu pai, dono das terras e da produção cafeeira, e a Srta. Hanabusa (Rumi Oyama) a tutora japonesa da jovem. A elaboração dos personagens é lenta e rasa, perdendo diversas oportunidades de criar ligações mais profundas e bem construídas.

Na segunda parte do filme temos a introdução de outro médico, Reyes (Jim Caviezel), o antagonista padrão e uma escolha preguiçosa dos roteiristas para rivalizar romanticamente com Jo. As tiradas cômicas, especialmente aquelas protagonizadas por Reyes, são a melhor parte do filme, mas não chegam a ser dignas de nota.Por fim, Meu Amor Por Grace é um romance simples, ingênuo e demasiadamente convencional, que deve ser visto sem grandes pretensões.

Serviço

Data de lançamento: 26 de setembro de 2019 (1h50)

Direção: David. L. Cunningham

Gêneros: Família e Romance

Nacionalidade: EUA

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Cinema
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